quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Queen Live Killers no Teatro UMC


            Assistam ao vídeo abaixo:





            Exatamente isso, sem tirar nem por, aconteceu no Teatro UMC na fabulosa noite de 8 de novembro último. No telão essas imagens maravilhosas do imortal Freddie Mercury regendo a multidão, mas quem respondia éramos nós, que estávamos na platéia. Ele realmente estava lá com a gente, na performance espetacular do grupo Queen Tribute Brazil, uma das grandes atrações daquela casa na Vila Leopoldina.




            A banda realiza dois shows: “Queen Live Kids” e “Queen Live Killers”. E foi este último que fomos conferir naquela sexta-feira inesquecível. E não faltou nenhum dos clássicos da maior banda de rock de todos os tempos!

            Bohemian Rhapsody, We Are the Champions, Under Pressure (a Má AMA o David Bowie, então claro que delirou nessa), Somebody to Love, Radio Gaga, I Want to Break Free, A Kind of Magic, Who Wants to Live Forever, Friends Will Be Friends, a maravihosa Love of my Life...

            Boa parte da apresentação, aliás, é baseada no show do Queen em Wembley, confira abaixo!





            Foi muita, muita emoção!

            A banda é absolutamente excelente, tudo executado ao vivo (quem sabe faz ao vivo, diz aquele apresentador, bem diferente de certas “estrelas” que usam playback por aí). E com uma energia e um amor ao Queen que emocionou a todos.



            Nós na plateia ficamos de pé em vários momentos, dançamos, cantamos o tempo todo, e depois ainda tiramos fotos com os integrantes da banda, todos simpaticíssimos como todo verdadeiro artista.

            Uma noite inesquecível e mágica, um tributo maravilhoso ao Queen, que vou escrever de novo em caixa alta, É A MAIOR BANDA DE ROCK DE TODOS OS TEMPOS.

            Recomendamos muito.

Renato A. Azevedo


            Bom, da minha parte já fui feliz, pois além de ter o Renato do meu lado, tive mais duas acompanhantes: uma grande amiga nossa e minha mãe!  Sim, corujinhas, levei minha mãe para um show de rock!!! A animação era contagiante que fomos e voltamos cantando as músicas da banda.


            Ter o prazer de assistir ao Queen Tribute Brazil foi maravilhoso. Se deixar levar pelas músicas e pela empolgação da plateia que cantava junto. Um momento delicioso foi ouvi-los cantando “Love of my life” acompanhados da plateia em pé e com os celulares acesos. Arrepia só de lembrar. Dançar ao som de “Crazy little thing called love” também foi outro momento delirante.

            Só temos coisas boas para dizer sobre o show!

Quem puder, dia 20 de Dezembro às 21h30 será a última apresentação do ano. CORRE E APROVEITA!!!


Sigam esses caras no Instagram! Eles são muito bons!!!



Marcia L. Zotarelli

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Grande estreia no Teatro UMC em 15 de novembro: Do Rei do Rock ao Rei do Pop

Do Rei do Rock ao Rei do Pop


O espetáculo resgata canções dos principais artistas e grupos de rock e pop da história, encantando crianças e adultos.

Do Rei do Rock ao Rei do Pop – uma história do Rock’n Roll

Apresenta os maiores sucessos de todos os tempos, em uma apresentação voltada para encantar os pequenos e pequenas, e também aos seus papais e mamães.

O espetáculo resgata as músicas dos maiores artistas e grupos de rock da história e exibe um show que diverte todas as gerações. Contação de histórias e vídeos com animações e outras surpresas também prometem encantar a criançada.

Que tal apresentar aos pequenos os clássicos que encantaram gerações: a história da música pop, do blues a Michael Jackson?

E. no meio da encenação, as danças durante as diferentes épocas, embaladas pelas canções mais famosas do rock and roll internacional?

Com arranjos originais, este espetáculo leva ao público um repertório composto pelos principais hits do Rei do Rock Elvis Presley, passando por Chubb Checker, Bill Halley, Deep Purple, AC/DC, Van Halen, Prince, até chegar em Michael Jackson, o Rei do Pop, mesclando histórias contadas e cantadas para divertir a garotada, que também será convidada para participar do espetáculo.

A abordagem cênica não menosprezará o gosto da criança. É um som pra valer mesmo. Com guitarras altas e os arranjos bem parecidos com os originais. A diferença para um show de rock “para adultos” é que histórias são contadas, inventa-se novas brincadeiras dentro desse universo pouco explorado pelos pequenos e pequenas e até convida-se as crianças para tocarem com a banda no palco.

A cada nova canção, uma nova história ou brincadeira será introduzida, de modo a, aos poucos, ir delineando o surgimento de vários momentos importantes da música.

Ícones do rock: Elvis Presley, Chuck Berry, Angus Young e até Michael Jackson serão apresentados à garotada.

Enquanto as crianças ajudam os artistas na canção, a banda interage com performances de dança como as protagonizadas pelo astro em sua carreira.


“As crianças enlouquecem no show, pulam, dançam, cantam. É quase uma coisa mágica!”.

Produção Mov Teatro

Direção Adriano Klingbelt
Elenco:
Dalton Caldas
Mariana Maia
William Nobre
Dennis Young
Banda RockStars
Texto: Agamenon Burton

GÊNERO: Teatro Infantil

CLASSIFICAÇÃO: Livre

DURAÇÃO: 60 Minutos

DATAS:
15 de Novembro às 15h
21 de Dezembro às 15h
05 de janeiro às 15h
19 de janeiro às 15h
02 de fevereiro às 15h
16 de fevereiro às 15h
25 de fevereiro às 15h terça de carnaval

INGRESSOS: R$ 70,00 (Inteira) / R$ 35,00 (Meia) / R$ 30,00 (Promocional 1Kg alimento ou brinquedo)

LOCAL: Teatro UMC – Av. Imperatriz Leopoldina, 550, São Paulo – SP.

BILHETERIA: (11) 2574-7749

VENDAS ONLINE: ingressos.teatroumc.com.br tiketera.com.br

Confira mais informações no site do Teatro UMC.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Entrevista exclusiva com John L. Davis IV


A Nova Face dos Sobreviventes Do Apocalipse Zumbi




Os zumbis sempre foram uma das criaturas mais fascinantes no gênero terror. Com a popularidade de The Walking Dead eles deixaram o circuito do filme B para se tornar assunto de numerosos livros e séries, de quadrinhos a livros.

Muitos autores surgiram nesse meio tempo e alguns se destacam por sua originalidade e capacidade de enfocar o assunto de maneira inovadora, como no caso de John L. Davis IV, que resolveu se arriscar publicando independentemente a série American Revenant, que hoje reúne cino livros, além de se arriscar em outros assuntos, mas todos ligados ao meio do terror.

Ele se formou na Wellsville Middletown High School em 1993 e, depois de um curto período no Exército, viajou, principalmente pelo meio-oeste, embora tenha estado no norte de Seattle e no sul de Pensacola. “Não fiz nada incrível como salvar sozinho uma tribo inteira de crianças ugandenses do Ebola ou servir no exterior e salvar meu esquadrão inteiro de uma tribo de crianças ugandenses com Ebola, mas eu adoro uma boa história, esteja lendo ou escrevendo uma”.

David, segundo ele mesmo conta, teve a sorte de conseguir um emprego como assistente editorial da Ralls County Herald-Enterprise. “Agora alguém me paga para escrever, o que é bem legal”, explica,com bom humor. Junto com a série independente de apocalipse de zumbis American Revenant, que acontece em Hannibal, Missouri, também se envoleu com suspense e ficção científica, principalmente com contos, e éautor de vários roteiros curtos com planos de eventualmente roteirizar um longa-metragem.

David conversou com o Coruijice Literária e mandou um recado para seus potenciais leitores brasileiros: “Olá e obrigado. Estou muito animado para me apresentar a um mercado totalmente novo de leitores e espero ver o que os outros dizem sobre minhas histórias”.


Corujice Litrerária - Qual a origem do projeto American Revenant?

Honestamente, todo o projeto começou com um desafio. Meus amigos e eu estávamos assistindo The Walking Dead (isso foi por volta da terceira temporada), e estávamos discutindo isso uma tarde. Todos comentamos alguns dos aspectos mais bobos do programa, e eu disse que poderia escrever uma história melhor sobre apocalipse zumbi do que qualquer coisa apresentada no programa de tv. Todos me disseram: "Aposto que não pode. Eu te desafio!" Ou algo assim. Então eu fiz. Como você sabe, o primeiro livro é bastante curto. Os próximos dois são histórias muito mais longas e completas. Na verdade, eu estava apenas descobrindo as coisas, sentindo o processo de escrever uma história mais longa, além de conhecer o mundo e os personagens que estava criando.

Corujice Litrerária - Como você pretende apresentar ao público um assunto antigo como zumbis?

Zumbis como o vilão ou a entidade maligna foram bem estabelecidos ao longo dos anos, então realmente não havia muito que pudesse fazer com eles para mudar as coisas, então realmente queria me concentrar nos personagens. Criar bons personagens que pareciam reais, pessoas com as quais os leitores pudessem se relacionar, era da maior importância para mim naquele momento. Os zumbis são uma grande parte da história, mas, na minha opinião, não é a parte mais importante.

Corujice Litrerária - Você acha que os zumbis podem conquistar mais público que os vampiros?

Os vampiros tiveram seu tempo ao sol (Haha, trocadilhos!). E, embora nunca morram (desculpe trocadilhos de vampiros e zumbis são fáceis demais), meio que caíram em desuso. Além disso, os zumbis são a criatura perfeita para ilustrar os tempos modernos em que vivemos. Seja como uma vaga metáfora para a dissociação que muitos sentem devido à internet e à mídia social, ou à ideologia consumista de seguir a última tendência ou idéia popular, os zumbis nos fazem olhar para esses lados das coisas com desapego apenas o suficiente para aceitá-los sem odiá-los, porque eles são nós, em certo sentido. Acho que é por essa razão que os zumbis chegaram à vanguarda do cinema e da literatura atuais. Como todo vilão, sua popularidade vai aumentar e diminuir, mas eles nunca irão embora.

Corujice Litrerária - E qual o seu perfil como leitor?

Eu escrevo desde os 14 anos, mas foi com o Hometown Exodus que realmente o fiz com qualquer intenção de publicar. Adoro contar histórias e sou um leitor voraz. Nunca há um dia em que não estou lendo alguma coisa. Sou casado (há 16 anos), tenho dois filhos incríveis e um cachorro que tende a receber toda a atenção de todos na casa.

Corujice Litrerária - Hometown Exodus é baseado em qualquer cidade americana real?

O êxodo da cidade natal ocorre em Hannibal, Missouri, uma cidade muito real (conhecida nessas partes como "Cidade natal da América"). Inicialmente, brinquei com a idéia de criar uma cidade fictícia, mas colocá-la no lugar em que moro a fez parecer mais real para mim, e espero que seja assim também para os leitores, mesmo que nunca tenham estado aqui . Para quem lê os livros e visita Hannibal, eles podem facilmente viajar pelas ruas e locais sobre os quais escrevi durante grande parte da série.

Corujice Litrerária - Quantos livros compõem a série?

Existem cinco livros da série, que são Êxodo da Cidade Natal, Colonos e Tristeza, O Monstro do Homem, Sul Morto e A Estrada Desconhecida. Todos os três primeiros livros ocorrem em Hannibal e nos arredores. As duas últimas histórias estão em outros locais americanos, mas estão ligadas à série principal. Para o leitor que prefere um e-book e gostaria de entrar em contato com toda a série, pode encontrar o American Revenant Boxed Set, com um desconto considerável, em vez de comprar todos os livros separadamente.

Corujice Litrerária - Como você destaca sua série em comparação com outras de zumbi?

Essa é provavelmente uma das partes mais desafiadoras da escrita de ficção zumbi, ficando acima da multidão, e é realmente um mercado muito movimentado. Com tantas histórias de zumbis e novas aparecendo todos os dias, é difícil conseguir que os leitores vejam a série American Revenant como uma história original. É difícil se destacar da multidão quando esta está tentando te comer. Eu tento deixar os leitores saberem que, embora os zumbis sejam a razão pela qual apareceram nos livros, é uma história sobre as pessoas, como elas sobrevivem (ou não), que fazem meus livros valerem a pena ser lidos.

Corujice Litrerária - Quais são seus planos para a série?

No momento, não tenho planos de adicionar mais histórias à série American Revenant. Isso não significa que não vou. Se a idéia certa aparecer, não hesitarei em escrevê-la. Por enquanto, no entanto, estou me concentrando em expandir meus horizontes literários, escrevendo qualquer história que eu sinta vontade de escrever. Suspenses de ação, histórias de fantasmas, invasões alienígenas (no que estou trabalhando agora), histórias sobrenaturais. Sim, estou em todo lugar, mas não me sinto confortável me trancando em um único gênero. Vou escrever a história que precisa ser contada.


Corujice Litrerária - Conte-nos sobre seus outros trabalhos como escritor.

Sou co-autor de um livro com Guy Cain chamado Tales of Junction, que é um tipo diferente de romance sobre zumbis. Um pouco mais adiante, as histórias deste livro tratam dos habitantes de uma pequena vila de sobreviventes. Eles não são os sobreviventes simpáticos e descontraídos. São mais bandidos e patifes, ladrões e assassinos. É por isso que sobrevivem tão bem. Eu também tenho um romance chamado Average Joe, um suspense intenso sobre um cara muito comum que testemunha um sequestro. Não há ninguém para pedir ajuda e cabe a Joe Pruitt salvar a garota e impedir os sequestradores, mas ele não tem treinamento. Não é um policial endurecido, um soldado ou um mestre de artes marciais. É um romance muito intenso.

Corujice Litrerária - Além de zumbis, com que outros tipos de personagens de terror você se vê trabalhando?

Demônios, alienígenas, serial killers e slashers, fantasmas e assombrações, parasitas horríveis, todo tipo de coisa. Eu tenho idéias para uma história de vampiro, uma história de lobisomem, praticamente qualquer tipo de horror que você possa imaginar, tenho idéias para isso. Não significa que vou escrever todas, mas quem sabe... Estou lançando uma coleção de histórias curtas em novembro, que varia no horror, abordando vários tipos de histórias e também o pós-apocalíptico.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Ressaca Friends 2019


Ressaca Friends vem aí e em novo formato


O último evento de 2019 da Maru Division acontece entre os dias 21 e 22 de dezembro no Centro de Eventos Pró Magno

Passou voando! 2019 tem sido um ano incrível para a Maru Division e, claro, encerraremos com chave de ouro no Ressaca Friends. Reserve sua agenda para a nossa festa: 21 e 22 de dezembro, no espaço Pró Magno, na capital paulista. Quem vier, vai conferir a proposta inovadora de reunião entre fãs e produtores de conteúdo da cultura pop oriental.

No lugar dos palcos, onde o artista está em um nível e o público em outro, a ideia é multiplicar as arenas para debates, onde fãs e ídolos se encontrem para conversar sobre seus heróis e sagas favoritos. Outro momento distante, o lançamento de novos títulos de animes, mangás e tokusatsus, será mais caloroso. Prepare o seu coração, pois você conhecerá estas histórias ao lado de quem as idealizou.

Aos fãs de tokusatsu, já temos um grande nome confirmado para esta edição: Sayoko Hagiwara, conhecida como a Nefer de Flashman, Yullian de Ultraman 80 e Dyna Pink de Dynaman, estará presente no Ressaca nos dois dias de evento.

Já os fanáticos por mangá podem comemorar a presença do mangaká Kenji Oiwa, artista de mangás renomados como: “Welcome to N.H.K”, “Sugar Dark: Umerareta Yami to Shoujo” e da adaptação de “Assassin’s Creed IV: Black Flag”. Oiwa estará no Ressaca nos dois dias e é a sua chance de conhecer ao vivo essa fera dos mangás.

Espaços temáticos caprichados, praça de alimentação cheia de opções e estrutura impecável, marcas registradas da Maru, seguem no evento. Outra tradição que será mantida com muita satisfação é a arrecadação de alimentos para a Associação Pró-Excepcionais Kodomo no Sono, entidade sem fins lucrativos voltada à assistência e amparo às pessoas com necessidades especiais. Serão dias de alegria, emoção e solidariedade.  


Sobre a Maru
A produtora de eventos nasceu em 2017 e tem como foco a realização de grandes shows e eventos com temática oriental. Apesar de ser uma empresa nova, seus sócios contam com larga experiência em eventos. O primeiro realizado pela Maru Division foi o Ressaca Friends 2017, no pavilhão do Anhembi. De lá para cá, a empresa só cresce e aprimora o seu trabalho. Entre os eventos realizados nos últimos meses, destaque para o Anime Friends 2019 e o Anime Friends Tour: Rio de Janeiro.


Serviço

Ressaca Friends 2019 
Quando: 21 e 22 de dezembro de 2019
Horário: Das 10h às 21h
Onde: Centro de Eventos Pró-Magno – Avenida Professora Ida Kolb, 513 - Casa Verde
Quanto: ingressos a partir de R$ 50,00

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Lovecraft DarkSide: sinta a mais forte emoção


Cosmic Edition

Howard Phillips Lovecraft (20/08/1890 – 15/03/1937) tinha uma ótima definição sobre o que é medo: “o mais antigo e forte sentimento da humanidade é o medo, e o mais antigo e forte tipo de medo é o medo do desconhecido”. O autor norte-americano Nasceu em Providence, estado de Rhode Island, em uma das famílias mais afamadas do lugar. Porém problemas econômicos, as mortes do pai, do avô e da mãe, fizeram com que o jovem Howard nunca mais tivesse dinheiro sobrando.

Graças à enorme biblioteca do avô, ele se tornou fã de poesia e de Edgar Allan Poe. E, aos 27 anos, enveredou pela fantasia, ficção científica e terror. Na revista Weird Tales, em 1923, publicou pela primeira vez. Dagon, sua primeira história, também abre o livro H. P. Lovecraft – Medo Clássico Vol. 1, da DarkSide Books.


Miskatonic Edition

A primeira grande decisão a ser tomada, para os fãs de Lovecraft ou os que querem saber por que ele se tornou um mestre do horror cósmico, é escolher uma das duas edições disponíveis. Há a Cosmic Edition e a Miskatonic Edition, ambas com o mesmo conteúdo, e ambas lindíssimas. Acabei por optar pela Cosmic, e de antemão já parabenizo a equipe da DarkSide, pois o livro é um luxo só. Pena meu exemplar ter vindo sem marcadores...


Lovecraft, que se considerava um cavalheiro, nunca achou sua obra grande coisa, mas os fatos comprovaram o contrário. Após seu falecimento os amigos e frequentes correspondentes August Derleth e Donald Wandrei criaram a editora Arkham House para publicar seus trabalhos. Nos extras das duas lindas edições da DarkSide podem ser conferidos textos descrevendo como Howard se tornou um ícone, inspirando nomes como Neil Gaiman, Alan Moore, Stephen King e outros.

Recomendo fortemente, aliás, o documentário Lovecraft: Medo do Desconhecido, de 2008, que está disponível legendado, e conta tudo sobre a vida e obra do mestre!


Mas Lovecraft, o livro, traz em seus extras tudo que é essencial saber, e pesquisando a respeito se pode descobrir ainda mais fatos fascinantes sobre um dos maiores escritores do século XX. Em Lovecraft e a Cultura Pop descobrimos referências sensacionais à sua obra em várias mídias, e em Edgar Allan Poe & H. P. Lovecraft vemos como o primeiro influenciou decisivamente o segundo, e ambos são hoje considerados mestres em sua arte.




Seguindo os Passos de Howard Philips em Providence, de Clemente Penna, por outro lado, me inspirou a pesquisar mais pela internet a respeito de Providence, a amada cidade do autor. Clemente percorreu as mesmas ruas pelas quais Lovecraft perambulava, buscando inspiração, e conta detalhes sensacionais sobre ele. A Brown University que inspirou a Universidade do Miskatonic, onipresente em várias de suas histórias, a Fleur-de-Lys, casa do número 7 da Thomas Street onde morou o Professor Henry Anthony Wilcox, protagonista de O Chamado de Cthulhu, e até o Observatório Ladd, onde Lovecraft descobriu seu amor pela astronomia, levando-o a praticamente fundar o gênero do horror cósmico.


Por sinal, conforme também narrado no livro, muitos o acusam de ser arcaico, não ligar para as questões de sua época e outras coisas. Mas Howard acompanhava de perto os avanços da astronomia, tanto que o obscuro e terrível planeta Yuggoth, nos limites exteriores do Sistema Solar, ele identificou como o então recém-descoberto Plutão. Isso vemos em Um Sussurro nas Trevas, que não faz parte do livro da DarkSide, mas está em O Habitante da Escuridão, da L$PM.


Em 2013, com a missão Messenger da NASA a Mercúrio, uma cratera nesse planeta foi batizada como Lovecraft. Mas a apoteose mesmo foi em 2015, com a passagem da New Horizons, também da NASA, por Plutão, que teve uma região escura em seu polo sul batizada como Cthulhu Regio. Vale lembrar que sua maior lua, Caronte, teve vários de seus acidentes geográficos batizados com nomes nerd. Mordor, Alice, Vulcano, Vader, Kirk, são apenas alguns destes! Clique aqui para conferir!

Graças aos soberbos textos extras da edição da DarkSide, também descobri que Providence realmente adotou seu filho ilustre. Anualmente acontece a convenção NecronomiCon, um busto de Lovecraft adorna a biblioteca Providence Athenaeum, e na esquina das ruas Prospect e Angell há uma placa indicando que aquela é a H. P. Lovecraft Memorial Square.

Bem merecido!

Mas afinal, o que dizer dos contos que compõem a edição da DarkSide?


Dagon, sua primeira obra publicada, também abre o livro. Um angustiado marinheiro descreve o infortúnio de ter ido parar em uma região desconhecida, com construções de pedra e hieróglifos descrevendo cenas e seres horripilantes. O pesadelo mesmo foi ter observado criaturas horrendas parecendo trabalhar ou fazer um culto no local, e ele prefere por fim à vida a conviver com a terrível lembrança.


A Cidade sem Nome tem uma trama parecida, mas neste o protagonista encontra no deserto uma cidade desconhecida, habitada muito tempo antes por seres não humanos. O horror da escuridão praticamente absoluta, dos sons horripilantes nos transporta para a própria aflição do personagem. A ambientação, como sempre na obra do mestre, é perfeita.

Herbert West Reanimator considerei a trama mais bizarra do livro. Um amigo de West narra a história, mostrando como ele conseguiu reanimar organismos mortos, com consequências terríveis além do que podiam imaginar. O sentimento de perseguição é uma constante no conto. Sim, dá medinho. Leia a noite, então...

O Depoimento de Randolph Carter evoca os mesmos sentimentos, as paredes parecendo se fechar, uma perseguição, a tentativa de saciar a sede de conhecimento levando a terríveis consequências. Lovecraft não é para fracos.

O Cão de Caça mostra novamente a busca, desta vez por conhecimentos ocultos e objetos profanos. Marca registrada do mestre, não espere nunca por finais felizes. Perder a sanidade seria a melhor coisa que poderia acontecer, caso você topasse com essas situações!

O Chamado de Cthulhu! A história mais conhecida de H.P. Lovecraft é também minha preferida, e também, penso eu, dos caros leitores. Antes me permitam falar ainda das magníficas e perturbadoras ilustrações que abrem cada história, de autoria de Walter Pax. São ao mesmo tempo aterrorizantes, repugnantes e lindas, traduzindo toda a estranheza da obra de Lovecraft. Gosto muito do Cthulhu que aparece no livro, pois ele é muito pouco humano. Considero muitas das representações que encontramos pela internet como antropomórficas demais. E lembrando disso, uma coisa que acrescentaria ao livro, acompanhando as reproduções de anotações originais de Lovecraft nos extras, é o desenho que o autor fez de sua criação mais conhecida.


A história é fascinante, com o já mencionado Wilcox investigando as estranhas circunstâncias da morte de seu tio-avô, George Angell. Descobre que este esteve em contato com um jovem artista que, em meio a pesadelos, elaborou uma tosca placa de argila com a representação de um tipo de monstro. Wilcox descobre que Angell rastreou outros artistas com semelhantes distúrbios, e tomou parte de um encontro da Sociedade Arqueológica Americana, anos antes, quando estranhos fatos aconteceram. A atração principal, não prevista, foi a chegada do inspetor John Legrasse, trazendo uma estranha e diabólica estatueta onde o mesmo monstro da placa de argila era representado com riqueza de detalhes. A história avança para um culto assassino investigado pela polícia de New Orleans, e finalmente uma remota localização no Pacífico onde uma testemunha pode ter entrado em contato com o aterrorizante Cthulhu.

E como se pronuncia Cthulhu, mesmo?

E o terrível cântico de seus seguidores?


Ph'nglui mglw'nafh Cthulhu R'lyeh wgah'nagl fhtagn

Para este, pelo menos, encontramos um vídeo! O próprio Lovecraft dizia que as letras e sílabas são uma tentativa de traduzir com o alfabeto humano palavras ditas por organismos alienígenas totalmente diversos. Assim não existe realmente uma pronúncia correta, somente uma lista de possibilidades; Cathulhu, Kutulu, Cleyton, Chuchulu, Txutxulu...

Nas Montanhas da Loucura foi outra história que me encantou, descrevendo uma expedição à Antártida organizada pela Universidade Miskatonic, mas que dá terrivelmente errado. Gosto muito da descrição do equipamento, muito avançado para a época, levado pela equipe, que inclusive chega ao Continente Gelado passando pela Baía do Almirantado, o local onde está instalada nossa Base Comandante Ferraz. A descoberta das montanhas colossais, maiores do que qualquer outra na Terra, os espécimes estranhos com uma biologia nunca vista, o silêncio de rádio e a descoberta do desastre compõem somente a ambientação inicial quando o geólogo William Dyer e o estudante de graduação Danforth saem de avião para investigar as gigantescas Montanhas da Loucura e o que existe atrás delas. Encontram uma colossal cidade alienígena abandonada há milhões de anos, e perambulando por seus edifícios descobrem obras esculpidas nas paredes que contam uma história fantástica. Antes do surgimento da vida na Terra chegaram do espaço os Antigos, que se espalharam pelo mundo e tiveram guerras contra outros visitantes das estrelas, antes de fatos ainda mais terríveis acontecerem. Como sempre o sentido de urgência e de “olhar por cima do ombro”, para vislumbrar aquela presença horrenda e ancestral espiando você, preenchem a história.


A Sombra vinda do Tempo é outra história fascinante, na qual o protagonista, por algum tempo, “não foi ele mesmo”. Logo, com fragmentos de recordações surgidos em sonhos, ou melhor, pesadelos, ele descobre que sua consciência foi cativa de seres capazes de viajar no tempo, enquanto seu corpo foi o veículo de um representante dessa raça. Mais uma trama do mestre Lovecraft que nos coloca como mera poeira em um Universo colossal e hostil, com seres cuja mera existência nos impele à loucura, a destruição, ou a coisas ainda piores. Fascinante história que tem muito a ver com livros, adorei!

A História do Necronomicon é a última do livro, um breve relato do blasfemo livro de autoria do árabe louco Abdul Alhazred. Os nomes Cthulhu, Miskatonic e Necronomicon estão ao menos mencionados em quase todas as histórias, compondo então os chamados Mitos de Cthulhu, a genial criação de H. P. Lovecraft. Interessante ainda é ver a quantidade de fontes na internet que consideram que tanto o Necronomicon como Alhazred são reais, nada mais distante da realidade. Esse nome, aliás, foi usado pelo próprio Lovecraft como pseudônimo. O pessoal deveria aproveitar a internet e pesquisar mais.


A fantástica abertura do episódio do Dia das Bruxas assinada por Gillermo Derl Toro. Viu Lovecraft brindando com Cthulhu? Não? E as outras referências? Clique aqui para conferir todas!

H. P. Lovecraft – Medo Clássico Vol. 1 é um livro lindíssimo, aterrorizante e fascinante. Seja na Cosmic ou Miskatonic Edition, é uma obra indispensável para entender a importância de Lovecraft para a cultura em geral, e cultura pop em particular. Até mesmo em animações como Os Simpsons e Scooby-Doo Mistério S.A. vemos alusão a seu trabalho, e ler esse livro magnífico da DarkSide Books foi um enorme prazer. Mais que recomendado, e que venham mais!

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Eu, Vilão: adoramos!

O Bem e o Mal.


Dois conceitos antagônicos, explorados em inúmeras produções de todas as mídias. Talvez uma das imagens mais icônicas representando esse confronto seja Obi-Wan Kenobi e Darth Vader em Star Wars Episódio IV, Uma Nova Esperança.

Nós nos empolgamos com essas batalhas incríveis desde cedo, das quais participando lendo livros ou quadrinhos, assistindo a filmes ou seriados. Mas quando crescemos aprendemos algo que muda nossas vidas.

Tanto o Bem quanto o Mal estão dentro de cada um de nós. O que diferencia um herói de um vilão são as escolhas, “o que fazemos com o tempo que nos é dado”, nas palavras de Gandalf.

Pensei bastante a respeito desses conceitos lendo a estupenda Eu, Vilão, de autoria de Walter Junior, lançada pela Overdrive Comics em 2017. Nós a conseguimos com o próprio  Walter na Exposição Super-Heróis do Brasil, acontecendo até o final de setembro no Shopping Continental, e a edição é mais uma prova do excelente trabalho realizado pelos quadrinistas brasileiros.


Eu, Vilão começa com uma perseguição da polícia contra dois bandidos que é bruscamente interrompida. Os meliantes não contavam com a aparição de Torpedo, super-herói que se coloca em seu caminho e contra o qual seu carro bate. A colisão resultou na morte dos criminosos, e abalado Torpedo anunciou que não mais se envolveria em assuntos policiais, mas somente sociais.

Até poderia ser um belo exemplo, amplamente noticiado pela mídia, se no mesmo noticiário que apresentou tais fatos não fosse anunciada a realização do Big House XXX (é trinta em numerais romanos, e não indicativo de “ vídeos educativos”, combinado?) maior reality sow da TV. Por aí, em duas páginas, já nos damos conta do tom mordaz da história.

Em tempo, os quadrinhos representando telas de televisão são uma bela referência ao clássico Batman: O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, claro!

Seis meses depois, uma discussão acontece em um vagão de metrô, com um cara com ar de justiceiro social exigindo que um personagem com o rosto cheio de cicatrizes saia do assento reservado a idosos e deficientes. O vagão está vazio, mas o sujeito insiste, até que Retalho, o cara das cicatrizes, tome algumas atitudes emulando o Rorschach de Watchmen.

Nos quadrinhos seguintes aprendemos que Torpedo é um super-herói patrocinado, apoiado por uma empresa que faz seu marketing e que inclusive ele estará na grande final do Big House XXX. E descobrimos que o terceiro personagem que aparece na capa da revista é um garoto de capuz, óculos e muita revolta que deseja mostrar a outros de sua comunidade que é durão. Para isso ele segue Retalho, é confrontado pelo anti-herói, e este tenta lhe incutir um mínimo de valores importantes.


Somos estão apresentados à origem de Torpedo e Retalho (que podem ou não ter sido um casal, esse elemento fica no ar em minha opinião), evento do qual cada um tomou rumos bem diferentes. Torpedo vai realizar uma ação humanitária em um país em guerra, mas o resultado é o pior e mais trágico possível. O herói anuncia então sua aposentadoria.

Retalho, nesse meio tempo, é procurado pela polícia como suspeito de uma explosão que ocorreu no metrô, e temos até outro apresentador da TV, daquele tipo bem sensacionalista, comentando o assunto. Só vendo a bela arte de Walter Junior para descobrir mais uma referência da televisão brasileira!


Enquanto um grupo chamado MRS, Manifesto da Ruptura Social, anuncia um protesto para o dia da final do Big House XXX (que é esnobado pela apresentadora, afinal todos “têm” que assistir à final do reality show), ao mesmo tempo acontece o encontro final entre Torpedo, Retalho e o garoto de capuz e óculos. Deste nada posso escrever, muito menos qual é o epílogo que esclarece como aconteceu a explosão no metrô.

Conforme explica nos extras da excelente edição, Walter Junior elaborou o que seria a semente da história em 2002, e somente em 2013, auge dos atos em diversas cidades do país contra os políticos, sentiu que poderia dar um tratamento adequado à trama. Elaboração do roteiro, escolha da paleta de cores, tudo contribuiu para um extraordinário resultado.

Posso dizer tranquilamente que, depois de ler Eu, Vilão, nunca chamaria Torpedo de herói. Um herói de verdade age, não importa o quanto custe, em nome do que é certo. Ao mesmo tempo, Retalho não pode ser chamado de vilão, comprovando que os anti-heróis costumam ser os personagens mais interessantes para se trabalhar, ler ou assistir. Acima de tudo o que me encantou na história foi a crítica contra a futilidade, a soberba das tais “celebridades”, e a inutilidade da busca por riqueza e acima de tudo a ostentação a qualquer custo.


Eu, Vilão, discute elementos muito presentes hoje na sociedade e na mídia, por meio de uma história de super-heróis. Muito poucas HQs do gênero têm sido capazes disso nos últimos tempos, o que somente confirma a qualidade dessa estupenda trama. Mais que recomendada!

O Walter, por sinal, foi um dos artistas que entrevistamos no Corujice Pop, confira:





E não esqueça de visitar o site do Walter Junior clicando aqui!

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Space Wars Um Concerto Intergaláctico: adoramos!


Para nós do Corujice Literária tem sido um enorme prazer visitar o Teatro UMC para conferir as apresentações da Banda Sinfônica Villa Lobos e também da SP POPS Symphonic Band, ambas regidas pelo maestro e arranjador Ederlei Lirussi. Como podem conferir aqui no blog, já acompanhamos o “Tributo a Stan Lee” e “Seriados da TV in Concert” com a primeira, e “O Melhor de John Williams” com a segunda.


Neste domingo, 13 de outubro, comparecemos novamente ao Teatro UMC para acompanhar Space Wars: Um Concerto Intergaláctico, de novo com o maestro Ederlei regendo a SP POPS Symphonic Band. Não deixa também de ser um tributo ao extraordinário John Williams, pois foram tocados os temas da Trilogia passada em Uma Galáxia Muito, Muito Distante, e de alguns outros filmes que vieram depois.


Sim, para este escriba Star Wars continua sendo uma trilogia. Hoje, depois dos novos filmes, entendo e respeito o que George Lucas tentou fazer nos episódios I, II e III, contar novas histórias. E dos filmes novos só gosto de Rogue One.

Bem, vamos ao concerto? Começar com esse hino da ficção científica mundial que é o tema de Star Wars foi maravilhoso, e achamos fantástico que, tal como acontece na abertura dos filmes, o telão exibiu o letreiro inclinado com os nomes dos componentes da banda. Sensacional!


Depois veio o tema da Princesa Leia (e para mim ela sempre será princesa), em as imagens dos filmes clássicos passando pela mente... lindo!!!

Deve ter sido, a seguir, uma das primeiras vezes em que uma banda sinfônica tocou o tema da Cantina de Mos Eisley, o que foi muito divertido, e muito bonito também. Uma das músicas mais aplaudidas de todo o concerto.


As trilhas sonoras foram organizadas para seguir a ordem dos filmes, portanto depois tivemos o tema de Yoda. Também belíssimo, e se permitem, sempre adorei O Império Contra-Ataca, especialmente por suas magníficas lições sobre a Força, é o melhor filme... mas Uma Nova Esperança, o primeiro, para mim será sempre o Número Um!

Também tivemos a antológica The Throne Room fechando a apresentação, e o concerto foi seguindo, com os temas de cada filme, acompanhados no telão com belas montagens com cenas antológicas de Star Wars, mas trazendo os personagens substituídos por instrumentos musicais. Tiramos algumas fotos, que publicamos ao longo deste texto, claro! E além de Rogue One ser o melhor dos novos filmes, sua música tema é também belíssima!


O concerto foi encerrado com a mencionada The Throne Room, e claro que a plateia pediu bis. O maestro Ederlei retornou, mas antes de comentar a respeito vale descrever uma das partes mais legais da apresentação. Quando o tema The Imperial Suite de Rogue One foi apresentado, Ederlei explicou que na verdade a música foi composta por Michael Giacchino, e não por John Williams. Contudo, a nova composição presta tributo à música do mestre, conforme a banda demonstrou. Foi magnífico!


E o concerto foi encerrado, claro, pela Marcha Imperial. Preciso escrever mais?


Só temos a agradecer ao pessoal do Teatro UMC, com destaque a seu gerente Nelson que tem sido tão atencioso conosco, e ao maestro Ederlei Lirussi, além de todos os talentosos músicos cujas apresentações acompanhamos. Tem sido maravilhoso acompanhar esse trabalho realizado com o intuito de popularizar a música de orquestra, além de, claro, também a ficção científica, pródiga em usar essas composições em suas melhores trilhas sonoras. Não esqueçam de acompanhar sites e redes sociais de todos para datas, horários e novidades:

Teatro UMC, site e Instagram: @teatroumc

Maestro Ederlei Lirussi: @lirussiederlei e @a.magiadocinema

SP Pops: @sp_pops_symphonic_band

De nossa parte, dá para pensar ainda em muitos e muitos outros filmes com trilhas capazes de trazer lágrimas aos olhos, e fazer delirar gerações de fãs, e deixamos um muito obrigado e um até breve a todos que têm nos proporcionado esses momentos inesquecíveis.

E se os leitores ainda não foram conferir nenhum desses espetáculos no Teatro UMC, nosso conselho é: corra para lá e aproveite!