sexta-feira, 19 de julho de 2019

Anime Friends 2019 - Como foi



            Mais uma vez o Corujice Literária esteve no Anime Friends, e nesta edição 2019 nosso trabalho foi em dobro. Além de fazermos a cobertura para o blog, ainda realizamos filmagens com a equipe da Rede Premium TV para nosso programa, Corujice Pop, que estreará na grade do canal em breve! Aliás, o Guilherme (apresentador do programa Aperte o Play) e o Alan, nosso câmera, foram ótimas companhias!




            Nossa primeira parada foi na sala de imprensa, encontrando amigos do Laranja Cast, O Barquinho Cultural e outros. E, felizmente, com um suprimento sempre reposto de água, pois o sábado, 13 de julho, dia de nossa visita ao evento, estava quente, e a cada saída andávamos muito pelos corredores do evento.

            O que mais chama nossa atenção em um Anime Friends, claro, são os inúmeros cosplayers presentes. E, detalhe muito importante, embora o tema do evento seja cultura pop oriental, anime e mangá, o espaço é altamente democrático e vemos inúmeros cosplays de vários outros universos. DC, Marvel, animações ocidentais, Star Trek, Star Wars... exatamente como dito pelo ideal vulcano do IDIC: Infinita Diversidade, Infinita Combinação!






            Aliás, cosplays e crossplays (aqueles que fazem o cosplay do sexo oposto). Um grupo de Saylor Moon fantástico parou literalmente o evento!!! Fora alguns outros que passeavam por lá, como a Rainha Má, um homem que caprichou em todos os detalhes até nas unhas, e que nos contou que no dia seguinte iria de Lucius Malfoy. A ideia por trás tanto do cosplay como do crossplay é se divertir. Bem como o cosplay de armário, aquele de último minuto com as coisas que temos em casa mesmo.
 



            Na praça de alimentação havia uma boa variedade de cozinhas presentes (de mexicano a japonês e tudo entre eles), variando também o preço para caber em todos os bolsos. As lojas igualmente eram muito diversificadas, de quadrinhos, editoras, memorabilia, videogames e outras. No palco principal aconteciam shows de bandas, principalmente K-pop, apresentações de cosplay, e havia outras apresentações em palcos menores.

            Um dos maiores destaques foi a apresentação do universo de Ultraman, um dos maiores clássicos que seguem a linha Tokusatsu, a de produções com muitos efeitos visuais. Tipicamente são os famosos filmes e séries de monstros, mas eu senti falta do maior de todos, Godzilla! E já estava na hora de fazer um espaço temático de Speed Racer, que fez a alegria das tardes há muito tempo para toda uma geração!

            Uma visita obrigatória é o Artist´s Alley, onde encontramos muitos amigos já velhos conhecidos de outros eventos. Conversamos muito com Cris Eiko, de “Quadrinhos A2” e “Penadinho: Vida”, pena que o Paulo Crumbin não estava lá... e também com Carlos Ruas, dos impagáveis “Um Sábado Qualquer” e “Cães e Gatos”. Engatamos um papo longo e cheio de nerdices com Tom Dutra e Cris Camargo, que inclusive detalhou um interessante projeto a ser lançado em breve, aguardem!!!




            Outra visita imperdível era ao estande do Conselho Jedi São Paulo, expondo ao lado dos grupos Vode-An e Blades. Evidentemente que será um dos destaques dentro de uma das edições do Corujice Pop! Lamentavelmente neste ano não teremos Jedicon, mas o CJ está realizando uma série de eventos menores, e em 2020 um dos maiores encontros da cultura nerd do país que voltará com tudo!

            Claro que a Marcia não é lá fã de rosa (blééééérg pessoal da Má), mas se encantou com o stand da Sanrio onde achou não só Hello Kitty, mas também Chococat e Badtz-Maru, mas Gudetama e Aggretsuko (seu alter-ego às vezes), ela se derreteu com os esmaltes e maquiagens da Hello Kitty!!! Sim, momento de estrelinhas nos olhos como a Cuppy do (@thegoodadvicecupcake).


            Outro momento de estrelinhas foi com o pessoal do Maid Café. Atendida como na época vitoriana oriental por meninas fofas e lindas como a Cake e a Sweet que ela ainda fez uma magia para a bebida ficar mais gostosa! Isso vocês só vão ver no Corujice Pop! Aguardem! 


            Entre as inevitáveis compras que acabamos fazendo se destacam:

Marcia:
- Tom sobre Tom, do querido Tom Dutra
            - Moriarty – o patriota volume 1
            - Mônica geração 12 volume 1 e de quebra ganhei o volume 0
            - 3 bottons do Gudetama
            - 3 bottons da Aggretsuko
            - chiclete da Hello Kitty (simplesmente porque sim!)
            - conjuntinho de 5 adesivos de Corgi Pan, fofuras como bundinha de Corgi!!!

Renato:
- Natal de Ouro Disney, com uma das melhores histórias natalinas do universo dos patos, O Trenzinho da Alegria, assinada pelo mestre Carl Barks;
- Epic Mickey 2 que traz a primeira trama do Mancha das Trevas;
- os volumes 4 e 5 de Quadrinhos A2 da Cris Eiko e do Paulo Crumbin (ele não estava nesse dia, mas vamos marcar para pegar seu autógrafo).

            Esse foi o Anime Friends 2019, uma edição muito bacana e variada, e já estamos aguardando o próximo!

             Para mais fotos do evento, clique aqui!

sábado, 13 de julho de 2019

Feliz Dia Mundial do Rock!


Hoje é o Dia Internactional do Rock. Milhares de pessoas no mundo inteiro se reúnem para celebrar este que é um dos ritmos mais antigos e contagiantes do mundo. Mas como essa data surgiu? E como foi escolhida?

Tudo começou com um festival que marcou uma década: o Live Aid, de 1985, organiado por Bob Geldof, da banda Boomtown Rats (do sucesso I Don´t Like Mondays). Algum tempo antes, em 1984, ele havia organiado um supergrupo (banda onde todos os componentes são estrelas por si mesmos) chamado Band Aid, que reunira os principais músicos e artistas britânicos e irlandeses. Geldof e Midge Ure, do grupo Thin Lizy, organizaram a banda para levantar dinheiro e ajudar a combater a fome na Etiópia. A música lançada, Do They Know It's Christmas?, foi lançada em 25 de novembro de 1984 e superou as esperanças dos produtores de se tornar o número um do Natal naquele lançamento. A gravação original trazia nos vocais nomes como Simon Le Bon e Nick Rhodes, do Duran Duran; Boy George, do Culture Club; Bono e Adam Clayton, do U2; Phil Collins; Paul Young; e muitos outros.

Três re-gravações subseqüentes da canção para arrecadar mais dinheiro para a caridade também lideraram as paradas, primeiro com a versão Band Aid II em 1989 e a versão Band Aid 20 em 2004 e finalmente a versão Band Aid 30 em 2014.

O Live Aid foi um concerto beneficente de dois palcos realizado no sábado, 13 de julho de 1985, e uma iniciativa de angariação de fundos baseada em música. O evento foi anunciado como uma jukebox global e foi realizado simultaneamente no Wembley Stadium, em Londres, Inglaterra, Reino Unido (com a participação de 72.000 pessoas) e no John F. Kennedy Stadium, na Filadélfia, Pensilvânia, Estados Unidos (com cerca de 100.000 pessoas).

No mesmo dia, os shows inspirados na iniciativa aconteceram em outros países, como a então União Soviética, Canadá, Japão, Iugoslávia, Áustria, Austrália e Alemanha Ocidental. Foi um dos maiores enlaces de satélite de escala e transmissões de televisão de todos os tempos; um público estimado de 1,9 bilhão de pessoas em 150 nações assistiu à transmissão ao vivo, quase 40% da população mundial.

A repercussão foi variada. Os shows forma um sucesso, mas o dinheiro arrecadado foi canalizado para as ONGs na Etiópia, mas muitas delas eram ligadas ao governo etíope de Mengistu Haile Mariam, que dirigia de uma forma brutal e que fez a Primeira Ministra do Reino Unido, Margaret Thatcher, querer desestabilizar. No final tudo foi gasto pelo ditador em em armas.

Muitos não compareceram, dentre eles Michael Jackson, Bruce Springsteen e Prince, que enviou um vídeo de 4 The Tears In Your Eyes. Um Deep Purple reunido também deveria aparecer da Suíça via satélite, mas desistiu depois que o guitarrista Ritchie Blackmore se recusou a participar. Os Eurithmics deveriam tocar de Wembley, mas cancelaram depois que Annie Lennox sofreu sérios problemas de garganta. Deep Purple (menos Blackmore, que deixou a banda em 1993) apareceu na sequência do Live 8 de Geldof 20 anos depois, se apresentando na etapa de Toronto do evento enquanto Lennox aparecia nos shows de Londres e Edimburgo. Foreigner e Yes forma apenas algumas das bandas que acabaram sendo rejeitadas porque não havia mais como encaixá-las.

Apesar de ser chamado de Dia Mundial do Rock, a data é comemorada apenas no Brasil. Ela começou a ser comemorada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas especializados em rock (a 89 FM e a 97 FM) começaram a mencionar a data em sua programação. A proposta foi aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, tornou-se popular em todo o país. No entanto, esta data é completamente ignorada no resto do mundo.

Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar este estilo musical. Nos Estados Unidos, a nação onde nasceu, poucas pessoas comemoram a ocasião em nove de julho, em homenagem ao programa American Bandstand, que era apresentado por Dick Clark, que ajudou a popularizar o rock and roll por lá.






Sérgio Pereira Couto é o âncora do programa Coletivo de Letras (@coletivodeletras), jornalista e escritor de dupla nacionalidade (brasileira e portuguesa). Autor de 50 livros, oito dos quais romances, explora em suas obras ficcionais e não ficcionais os bastidores de assuntos como sociedades secretas, teorias de conspiração, história do rock e ciência forense. Autor dos bestsellers "Sociedades Secretas" e "Mentes Criminosas", além de ter publicado romances policiais como "Help! - A Lenda de um Beatlemaníaco", "O Círculo do Medo" e "O Tesouro dos Cátalos", dentre outros.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Pateta 2 e Donald Jovem




            Durante os meses de maio e junho, a editora Culturama prosseguiu em seu trabalho de voltar a firmar os quadrinhos Disney em nosso país. Tem havido um certo número de queixas quanto à distribuição, mas felizmente, além de bancas e lojas físicas, temos as lojas virtuais disponíveis na internet para adquirir as edições.





            Um dos maiores destaques desses meses vai para Pateta 2, cuja história de abertura é a sensacional O Quarto Beatle, com roteiro de Bruno Sarda e arte de Andrea Ferraris. Publicada em 1993 na Topolino 1976, começa com uma exposição sobre os Beatles no Museu de Patópolis, mas os professores Zapotec e Marlin não conseguiram garantir a autenticidade de uma guitarra que consta ser o primeiro instrumento de Paul McCartney. A solução, claro, é mandar Mickey e Pateta até a Liverpool de 1964. Pete Best havia acabado de sair da banda, e nossos heróis acompanham os artistas comentando que Ringo Starr é o baterista certo para o grupo.
            Mas claro que os dois acabam conhecendo os Beatles, e a confusão está armada quando Pateta aceita o convite para experimentar a bateria. Furioso, Ringo não quer saber de se unir à banda. Mickey, então, tem que se virar para sabotar outras tentativas do baterista, até que eles apelam ao lado místico de Ringo e conseguem reuni-lo aos demais, formando finalmente o legendário quarteto de Liverpool. Uma trama divertida, com destaque para a caracterização dos cantores em suas respectivas versões disneyanas, e vários trechos onde surgem as letras do famoso grupo.

            A segunda história da edição, Pateta, o Tipógrafo, se passa em um feudo em fins da Idade Média, onde o cavaleiro Mickey Coração de Melão salva os irmãos Pateta e Horácio do assalto de bandidos. O rato acompanha os dois frades até a abadia que é seu destino final, e depois de algum tempo eles apresentam a invenção que tentavam proteger com tanto afinco.

            É uma prensa tipográfica, similar à de Gutenberg, com tipos móveis e que pode imprimir muitos livros. Os abades escribas têm copiado antigos manuscritos por séculos, mas agora não somente seu trabalho será aliviado, como eles poderão se dedicar a escrever novos livros, multiplicando o número de obras. Porém há um problema: os moradores do vilarejo do qual faz parte a abadia são em sua absoluta maioria analfabetos. Assim os abades decidem instituir uma escola para ensiná-los.

            Lorde Bafo, que explora os moradores da região com altos impostos, faz pouco da novidade. Mas se enfurece ao ver que as pessoas abrem mão de parte do tempo de trabalho para frequentar a escola. Conforme o tempo passa, o povo mais educado começa a perceber a exploração a que é submetido, e tem início reclamações e exigências de melhores condições de vida.

            O vilão decide alistar mais capangas para atacar a abadia. A ordem religiosa recebe essa informação, e eles debatem uma maneira de contra-atacar. E será com as letras! Em pouco tempo produzem o primeiro jornal, com informações da vida diária e até quadrinhos cômicos, ridicularizando o vilão. Na luta que se segue, finalmente, Bafo é expulso, e Mickey e Pateta vislumbram um Renascimento, uma época de difusão e prosperidade para a cultura e para a sociedade.

            História absolutamente antológica! A edição 2 de Pateta pela Culturama comprova que a editora do sul do Brasil não está somente investindo em histórias infantis, mas também em tramas que trazem a oportunidade de necessárias reflexões!


            Em junho o maior destaque dos quadrinhos Disney é sem dúvida Donald Jovem, o primeiro encadernado em capa dura da Culturama. Além da arte inovadora na capa, com as versões adolescentes de Donald, Pateta e Mickey, o destaque é o símbolo de 85 anos de absoluto sucesso do Pato Donald, que traz até seu chapéu de marinheiro sobre o 8. O livro traz oito tramas com participação dos artistas Francesco Artibani, Stefano Ambrosio, Stefano Intini, Marco Mazzarello, Antonello Dalena e Francesco D´Ippolito.

            Um barco cheio de repolhos é o primeiro episódio, mostrando a boa vida do jovem Donald no sítio da Vovó Donalda, que sempre precisa lidar com as confusões do neto (Donald é filho de Hortênsia, irmã do Tio Patinhas, e Patoso, filho de Donalda). Detalhe interessante de vários episódios, Vovó Donalda e Tio Patinhas trocam telefonemas a respeito do jovem, e ela sempre o defende. E é por isso que ele ganha uma bolsa de estudos para o Internato Capim Seco, que fica em Ratópolis.

            Ao menos nas edições Disney de minha coleção, é a primeira menção que vejo a Ratópolis! A exceção é a Disney Big 45 de junho de 2017, que trouxe uma história com esse título e que homenageia o filme Metrópolis. Lembrando que, nas HQs produzidas no exterior, o núcleo dos patos mora em Patópolis, e aquele de Mickey e Pateta em Ratópolis.

            A Escola é nova, mas a bagunça é a mesma traz o Donald conhecendo seu colega de quarto, Mickey, e se encantando com uma garota chamada Margarida. Ele faz todo o possível para ser notado, mas sua grande chance é quando uma colega da turma de ginástica pretende aprontar para cima de sua amada. Nosso herói toma uma advertência por isso, mas o beijo que ganhou valeu a pena. E a Vovó, como sempre, o defende em mais um telefonema do tio.

            A Importância de ser um coala fala de bullying, e a vítima é Tudinha, a futura namorada de João Bafo-de-Onça. Valentões implicam com ela por causa da mochila, mas depois de muitas idas e vindas Donald bola um plano e os agressores são expulsos.

            Em O rei da ilha a turma vai para a praia, e Donald e Mickey querem aparecer para suas garotas. Conseguem uma carona até uma ilha próxima, a Ilha do Tornado, mas as coisas não acontecem como o esperado. Um tornado realmente aparece, Donald monta em um tubarão (referência à série Sharknado?) e tudo termina bem.

            Sempre mexa em time que está ganhando mostra nosso herói em perigo de expulsão, pois não se inscreveu em nenhum esporte. Após várias tentativas mal sucedidas ele pesquisa na Patonet (ou Quacknet?) e encontra uma modalidade que surpreende o diretor. Detalhe, a professora de tênis da escola é incrivelmente parecida com K-Ká, a parceira de DonaldDuplo.

            Grufus, o magnífico, mergulha no universo do RPG para uma história com muitas confusões, mas ao menos no final Donald é reconhecido como um mestre dos jogos.

            O Show deve continuar mostra a turma se preparando para uma peça de teatro na escola, e Donald ganha o papel principal. Porém, ele entra realmente a fundo no personagem, causando um monte de problemas durante uma excursão. Mas no final a amizade com Mickey prevalesce.

            Programando um desastre explora outro clássico de histórias de escolas, a feira de ciências. O projeto de Donald e Pateta até funciona, mas não do jeito que esperavam. O ponto de virada é que eles chamam a atenção de alguém muito interessado na tecnologia que desenvolvem, e graças a isso nosso herói se habilita a voos mais altos.

            Donald Jovem é um ótimo lançamento da Culturama, acertando em cheio nas comemorações de 85 anos de nosso querido pato. Somente podemos fazer dois reparos, a ausência de maiores referências ao que um personagem tão rico terá pela frente em sua vida, e principalmente material extra, como entrevistas com os autores, esboços, artes, aqueles elementos que tanto valorizam um produto de nível mais elevado.

            Um fato que não tem sido do agrado de todos tem sido a dificuldade de encontrar esses especiais de quadrinhos Disney da Culturama. O mesmo aconteceu com O Grande Almanaque Disney (confira nossa resenha) que encontramos somente na internet ou em lojas especializadas após o lançamento no Festival Guia dos Quadrinhos.

            Muitos são os leitores e fãs da Disney que pedem que a Culturama reveja sua posição, e passe a distribuir também esses especiais em bancas e outros locais. Facilitar o acesso aos produtos é essencial para o sucesso dos mesmos, e seguramente a editora, que tem se mostrado extraordinariamente aberta em relação aos fãs, está se esforçando para melhorar a situação. É importante lembrar sempre das dimensões continentais de nosso país.

            Assim, consideramos que a Culturama está realizando um trabalho exemplar, e a qualidade de suas publicações tem melhorado a cada mês. Em breve deveremos apresentar mais resenhas, lembrando que Donald 3 traz uma história homenageando novamente seus 85 anos, e que a anunciada Aventuras Disney 4, de julho, traz uma história que começa as festividades dos 50 anos do Superpato.

            Vem muita coisa boa por aí, com certeza!

terça-feira, 2 de julho de 2019

MIS recebe a Feira das Ideias neste final de semana

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MIS recebe a Feira das Ideias neste final de semana

Evento de economia criativa traz expositores de diversos segmentos,
pocket shows, oficinas para crianças e adultos, talk sobre produção de conteúdo na internet, live painting do artista Fabio Polesi e área gastronômica. A Feira acontece nos dias 6, 7 e 9 de julho com entrada gratuita.

Em julho, o MIS - instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo - recebe mais uma edição da Feira das Ideias, com entrada gratuita. Criada em 2018, a Feira busca estreitar o envolvimento do público com a economia criativa e com o consumo consciente. O objetivo é agregar pessoas, atualizar conhecimentos e promover o intercâmbio de experiências entre parceiros e visitantes.

Esta edição, que ganha mais uma data e acontece nos dias 6, 7 e 9, conta com feira criativa - com 45 marcas - área gastronômica, pocket shows, oficinas para crianças e adultos, live painting do artista Fabio Polesi, que integra o projeto Parede em movimento do MIS, e muito mais.

PROGRAMAÇÃO

Sábado, domingo e terça-feira | 12h – 19h
Feira criativa
+ de 45 marcas dos mais diversos segmentos: decoração, moda, acessórios, gastronomia, jardinagem, entre outros. Apoio a pequenos produtores e artistas independentes.
Sábado e domingo| 12h – 19h
Intervenção artística | Live painting com Fabio Polesi
Celebrando a arte urbana, e extrapolando os limites internos das galerias, o MIS inaugurou em 2019 o projeto Parede em movimento. A cada bimestre um artista diferente é convidado para preencher uma parede externa do museu com uma obra inédita. A ação é em formato live painting, com o público acompanhando de perto o trabalho do artista. Além disso, um vídeo do trabalho do artista e um depoimento integram o projeto.

O convidado de julho é Fabio Polesi. Em 29 anos exercendo seu ofício, o artista, natural de Santos (SP), já trabalhou com arte em diversas formas, como mosaico, massa acrílica, cerâmica, pintura, bico de pena e tatuagem. Para o Parede em movimento, Polesi realiza um mural em que homenageia 12 ícones da arte que admira e que influenciam seu trabalho, entre eles estão Basquiat, Frida Kahlo, Leonardo da Vinci, Andy Warhol e Kobra.

POCKET SHOWS
Sábado
16h30 |Zé Cafofinho 
Criador das bandas Songo e Variant, Tiago Andrade, mais conhecido como Zé Cafofinho tem mais de 15 anos de carreira desenvolvendo projetos musicais influenciados por samba, jazz latino, ska, rock, brega e ritmos de salão. Sua música dançante e contemporânea já foi apresentada em várias partes do Brasil em shows, festivais e comemorações ao ar livre. Depois de lançar dois álbuns com suas Correntes (Um Pé na Meia, Outro de Fora, 2005, e Dança da Noite, 2010), o músico criou a Orquestra do Sucesso, um verdadeiro time de instrumentistas em que se destacam o naipe de metais e a percussão. Como compositor, ficou conhecido através dos versos de "Xirlei", gravada também por Gaby Amarantos e que virou um hit nacional.

Domingo e terça-feira
16h30 |Nalla Costa  + Banda Theo com Sétima
Theo com Sétima e Nalla é um projeto de música na rua encabeçado pelo saxofonista Danúbio Pantoja, a cantora Nalla e o baterista Fábio Xucuru. Dos ritmos, reggae, jazz e blues fazem parte do repertório. 


TALK
Sábado
15h
| Internet como plataforma de expressão: o que fazer para acessar mais a criatividade
Local: Auditório LabMIS

Neste bate-papo, @daniarrais, da @contente.vc, e @eagoraisadora se juntam para conversar sobre produção de conteúdo na internet. Como ser criativo quando parece que todo mundo posta mais - ou melhor -  que você? A ideia é tocar em temas como criatividade, comparação, síndrome da impostora, escrita como exercício diário. Tudo isso para motivar mais pessoas a usarem a internet como plataforma de expressão.

Daniela Arrais é jornalista e sócia da Contente, empresa que trabalha a serviço da conexão: com você mesmo, com o outro e com o mundo. Natural do Recife, vive em São Paulo há quase 13 anos. Como jornalista atuou na Folha de S.Paulo e diversas outras publicações. Faz há anos o blog @donttouchmymoleskine.

Isadora Attab é historiadora e jornalista, e produz conteúdo para internet desde que a conexão discada chegou em São Bernardo do Campo. Já teve mais blogs do que gostaria de lembrar, e hoje é encontrada por aí na arroba @eagoraisadora, no instagram e na newsletter de mesmo nome. Como jornalista, trabalhou em diversas redações nas editoras Globo e Abril, e atua desde 2013 no mercado editorial.


OFICINAS*

Sábado
14h | Kokedama | Com @sekaiatelie
Kokedamas, de origem japonesa, significa “bola de musgo” e são usadas para cultivar diferentes espécies de plantas. Na oficina, serão ensinadas técnicas de cuidados e montagem. Você monta e leva pra casa o seu. 

16h
| Cerâmica para crianças | Com Projeto Ser Âmica (@projetoseramica)
Serão ensinado técnicas básicas em cerâmica para crianças, estimulando a criatividade, através do tato e livre imaginar.  O projeto Seramica realiza oficinas profissionalizantes de cerâmica com adolescentes em situação de vulnerabilidade social do “Instituto Movere”, indicado pela Panco.
A partir de 4 anos. 

17h
| Mindfullness, com Maria Camila
Maria Camila é psicóloga institucional e professora de Psicologia. A oficina tem como objetivo apresentar algumas práticas de atenção plena como um recurso de autoconhecimento e bem estar. Conceitualizar o que é Mindfulness, sua utilidade e prática no dia a dia. 

Domingo
14h | Expressão Criativa, com Lina Rinaldis da @curaqueflua
Lina Rinaldis, ilustradora e artesã entusiasta por toda forma de expressão criativa. Em sua marca, Cura que Flua, ela mistura suas artes autorais com curas que vêm da terra, preparadas de maneira artesanal e com boa energia.  Nesta oficina ela se propõe a guiar uma jornada para resgatar a criatividade lúdica, leve e sem julgamentos através da construção de um estado presente e fluido de expressão. Uma reconexão com nosso Eu mais autêntico por meio de um exercício que nos faz parar, respirar, auto observar e criar livremente. Desenhos, receitas, poemas, dobraduras, frases soltas, rabiscos e até mesmo o silêncio absoluto são bem-vindos, nesta “alquimia artística”, a ideia é buscar a essência do Ser, transformá-lo em arte.

15h30
| Cole essa ideia  (infantil), com Paula Freitas (@paulafreitlop)
Pensar, formar, carimbar e colar. A oficina tem como objetivo estimular a criatividade através das palavras. Dinâmica: estimular a criatividade através das palavras. Em grupo, as crianças pensam em palavras, carimbam formando frases e colando por aí. Idade: a partir de 5 anos. 

17h | Minha primeira horta - (Infantil), com Jardim de Perto (@jardimdeperto)
Serão ensinadas técnicas básicas para fazer uma mini-horta, cuidar e depois a criança leva pra casa.  Todo o material incluso. Idade: a partir dos 4 anos. 

*As oficinas tem entrada gratuita, com material incluso. Para participar é necessário retirar senha com 1h de antecedência na recepção do MIS. Elas acontecem na Sala de interfaces (2º andar) e têm capacidade para 10 pessoas por turma.

Terça-feira
14h | Técnicas de pintura em tecido, com Duda Alelaf
Serão ensinadas técnicas básicas de pintura em tecido utilizando materiais orgânicos. No final da oficina, cada aluno montará uma flâmula em algodão cru, aplicando o que foi aprendido e levando pra casa para enfeitar aquele cantinho especial.
Duda Alelaf é publicitária, designer e artista visual. Com experiência em criação e desenho artístico, desde 2015 participa de exposições de arte e feiras criativas. Atualmente abriu sua própria marca slow fashion, desenvolvendo peças de roupa customizadas e ensinando diversas técnicas de arte em diferentes superfícies.
15h30 | Ervas: cura e limpeza energética, com Stéfani da Ynayê
As plantas possuem princípios ativos terapêuticos que, em contato com a pele, liberam vibrações energizantes, calmantes e afrodisíacas. Agem tanto no físico como no espiritual. Aprenda uma das técnicas utilizadas para uma limpeza energética através das ervas. O banho de ervas torna-se uma fonte vital para o ser humano, recarregando as energias.

A Ynayê proporciona produtos 100% naturais, que emite vibrações para que você se alinhe com sua natureza real, sua essência mais pura de luz e amor. Ajudando na harmonização e equilíbrio das energias.            
17h | Grafite: técnicas básicas, com Baleia do Studio Baleia
Na oficina serão ensinadas técnicas básicas do grafite - teoria e prática.
Studio Baleia: espaço criado para criação de artes urbanas. Desde 2008 transformando espaços urbanos em galerias a céu aberto com projetos de grafite coletivo, além de desenvolver projetos de decoração e workshops.
*As oficinas tem entrada gratuita, com material incluso. Para participar é necessário retirar senha com 1h de antecedência na recepção do MIS. Elas acontecem na Sala de interfaces (2º andar) e têm capacidade para 10 pessoas por turma.

+ Programação
Espaço social
Espaço dedicado à ONGS convidadas para mostrar seus trabalhos sociais feitos tanto no Brasil como no exterior. ONGs convidadas: Meu Mandacaru, Sacola Tropical, Projeto Seramica, Pés Livres e Hai Africa.

Flash tattoo, com a tatuadora Jana Sirena (a partir de 150,00)
Tatuagens com desenhos botânicos e predominância da cor preta (técnicas de sombreado). 

Espaço místico
Consulta tarot - Com Renata Carneiro + Massagem relaxante, com a fisioterapeuta Vivian Carneiro

Customização de jaquetas, com a ilustradora Duda Alelaf
A Ilustradora e empresária Duda Alelaf participa todos os dias customizando jaquetas na hora. (Gratuito)


Feira das ideias
Data 6, 7 e 9 de julho (sábado, domingo e terça-feira - feriado)
HORÁRIO 12h às 19h
LOCAL Área externa, Auditório 2º andar e Sala de interfaces
INGRESSO Gratuito (Para oficinas distribuição com uma hora de antecedência na recepção)
CLASSIFICAÇÃO Livre
 
Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.