quinta-feira, 9 de julho de 2020

QUADRINISTA: LUKE OLIVER











1. Como e quando você começou a se interessar pelas HQs?
Desde pequeno gosto de desenhar, meu primeiro contato com as HQ´s foi com uma revista do Tarzan em meados de 76, que recebi de presente do meu pai, fiquei com aquela história fantástica na cabeça e iniciei minhas histórias com o meu personagem Meteoro.

2. Lembra qual foi o primeiro quadrinho que te cativou?
Sim eu Lembro, foi o Tarzan era um misto do hoje mais conhecido Ka-zaa da Marvel, com a terra Selvagem.

3. Como os quadrinhos influenciaram sua vida?
Bem a partir do Tarzan, comecei a desenhar em casa e na casa de minha avó, fui fazer um curso de arte na cidade de Mauá, pois até então estava decepcionado em fazer uma HQ de meu personagem com os personagens existentes. Na escola em Mauá, á qual pensei que iria me ajudar a definir e conhecer novas técnicas de quadrinhos em 1995, conheci por intermédio de uma amiga ( Lúcia), o grande Artista e mestre Luciano Queiros, na ocasião estava no fim de uma edição de Gen 13, fazia Spiderman e desenhava New Gods.
Fiz muitos treinamentos e aprendi demais fazendo desenhos baseados em Cyberforce e Wolverine com o traço de Marc Silvestri, conheci grandes profissionais como Fabio Laguna, Hélcio de Carvalho, Manny Clarck, Roger Cruz, Klebs Junior e Alexandre Palomaro, meus amigos de São Bernardo do Campo – Hermes Canuto, Marcelo Matas, Hugo Poli e Fernando Nomelline – fizemos muitas HQ´s porem com problemas de saúde, naquela ocasião fui necessariamente obrigado a parar de desenhar.

4. Na hora de ler, qual gênero de HQ prefere?
Como sou desenhista e fiz muitas hqs de heróis e acompanhei muito Buscema e alcala.. gosto muito de Conan e Homem Aranha

5. Qual seu quadrinho favorito? Por quê?
Comics, porque pra ser desenhista de Quadrinhos o cara tem de estar sempre se atualizando e saber além de aprender a desenhar, interpretar e gerar valor artístico

6. Quando e como começou a desenhar? Acompanhou algum curso/livro?
Sempre desenhei.. profissionalmente a partir de 1997, Fiz muitos treinamentos e aprendi demais fazendo desenhos baseados em Cyberforce e Wolverine com o traço de Marc Silvestri, conheci grandes profissionais como Fabio Laguna, Helcio de Carvalho, Manny Clarck, Roger Cruz, Klebs Junior e Alexandre Palomaro, meus amigos de São Bernardo do Campo – Hermes Canuto, Marcelo Matas, Hugo Poli e Fernando Nomelline – fizemos muitas HQ´s porem com problemas de saúde, naquela ocasião fui necessariamente obrigado a parar de desenhar.
Até que após alguns anos somente com rabiscos esporádicos voltei a desenhar em 2005, onde confeccionamos a Revista Tempestade Cerebral com Alexandre Mir e Alex Genaro
Vieram outros trabalhos com Daniel Vardi e Alexandre Wick na Publigibi e com o grande amigo Leonardo Santana na Prismarte e Do Além, Marcos Franco com a Penitência e Redentor.
e sempre acompanhei os estudos e referencias que me indicaram

7. Como surgiu seu personagem?
O personagem em si, surgiu a partir da vontade de contar um romance, e a partir dai foram aparecendo os personagens.
Como o meu personagem Max Power, enquadrava-se dentro da descrição exigida pelo pessoal do DQB, o coloquei a disposição do pessoal, por saber que poderia se enquadrar no tema Herói.
Porém estava mais preparado para investir em uma possível revista número dois, algo ocorreu e ele foi recrutado para o número um, o que me deixou bem feliz.
Meu personagem: Max Power ( Maximiliano Power) é uma versão de conquistador do mundo, vindo do futuro para vencer uma terrível ameaça a humanidade, ele no seu tempo foi um grande cientista, utilizando os seus conhecimentos, conseguiu transportar a sua essência ao passado e com isso usar o corpo de uma parente distante para sobreviver a viagem- o que lhe deu grandes poderes pela energia acumulada da viajem – ele pode voar ( mas só consegue direcionar o seu rumo com o uniforme), o uniforme é como uma armadura que utiliza a sua energia para se alimentar, por isso tem arcos voltaicos enquanto voa, PES ( Percepção Extra Sensorial) ele tem premonições, libera dos olhos vermelhos raios de energia de altíssimas frequências.
Possuí uma equipe de apoio constituído de seis mulheres e um guarda costas, gosta de tecnologia e trabalha muito com ela, tem carros esnobes e é muito arrogante – pelos atos realizados indiretamente causa algumas coisas boas instintivamente. O que ele gosta de fazer é demonstrar que pode fazer tudo, quando quiser e onde quiser.
Não segue regras, faz regras.

8. Onde busca inspiração para criar?
Sempre li, e sempre escrevi, assim isso me ajudou a evoluir os meus argumentos e como tenho alguns cursos e tenho um superior em volta de eletrônica e química, me auxiliou a desenvolver bem os contos.

9. Na hora de trabalhar/criar, tem alguma mania?
Sempre procuro deixar as referencias próximo primeiro, para depois iniciar o trabalho, além de algumas doses cavalares de café.

10. Qual a maior dificuldade encontrada na hora de criar?
Quase sempre .. é a folha em branco e o Inicio de tudo, livros gosto muito de começar no início do clímax da história, e depois venho desenrolando, uso muitos métodos pra começar e evitar a repetição

11. Existe algum tema que se recusaria a usar nos seus trabalhos? Por quê?
Sim, o Mangá. Não sei interpretar as ações e olhares do tema, é como a turma da Mônica, tem um estilo que foge do estilo convencional

12. O que vem por aí?
Estou concluindo uma parceria com meu parceiro e parceira ( Carlos Baku e May Santos) em Justiça, tenho 2 livros em produção ( Max Power – A arte da Guerra) e Noites de Fúria ( sessões de histórias de terror).. além de um projeto de roupas e objetos personalizados.

Contatos:

quarta-feira, 8 de julho de 2020

QUADRINISTA: UM ÍNDIO QUASE RUIVO





1.Como e quando você começou a se interessar pelas HQs?
Eu leio desde que eu me conheço como gente. Quando eu era mais novo eu tinha uma coleção gigante de gibis da turma da mônica, de personagens da Disney (a maioria do Pato Donald e Tio Patinhas) e tantas mais que eu não lembro mais.

2. Lembra qual foi o primeiro quadrinho que te cativou?
Na verdade não, eu sempre gostei de gibis e animações, mas eu lia muito a revista Recreio que tinha um monte de quadrinhos também.

3.  Como os quadrinhos influenciaram sua vida?
Eu sempre gostei dos desenhos por serem uma forma de expressar uma história que permitia ao “desenhista” fazer exatamente o que ele quisesse. Quando eu era pequeno eu ficava somente focado na diversão da superfície, e agora eu gosto das construções narrativas, gosto de descobrir todas as camadas de uma HQ.

4.  Na hora de ler, qual gênero de HQ prefere?
Eu gosto bastante de histórias de ação, com grande apego e apreço a finais felizes! XD

5.  Qual seu quadrinho favorito? Por quê?
O mangá do One Piece, porquê ele tem a mistura exata de despretensão narrativa, cenas extremamente bobas e a abordagem de temas como a amizade e a persistência para me cativar.


6 . Quando e como começou a desenhar? Acompanhou algum curso/livro?
Eu comecei a praticar desenho mesmo por volta dos 10-11 anos, copiando as artes de DBZ ou outros animes que passavam na TV pela época, mas eu comecei a “estudar sério” em 2010, e acredito que em 2017 comprei um curso do Guilherme Freitas (do canal Brush Rush).

7.  Como surgiu seu personagem?
Meu personagem surgiu de uma extrema necessidade de eu contar minhas piadas e idéias idiotas, mas que eu achava graça, somada a vontade de criar algo que pudesse fazer as pessoas darem risada e tivessem alguns minutos de alegria no seu dia.

8.  Onde busca inspiração para criar?
Por incrível que pareça, boa parte das minhas ideias são repentinas, geralmente em forma de uma frase ou diálogo, ou alguma piada. Hoje em dia que eu tento não me apoiar somente nessa “intuição” e estudo e prático a narrativa.

9. Na hora de trabalhar/criar, tem alguma mania?
Ou eu estou escutando música, ou eu estou escutando podcast.

10. Qual a maior dificuldade encontrada na hora de criar?
Acho que a maior dificuldade é a saída da zona de conforto da ilustração. Tentar novas técnicas, novas poses, novas perspectivas, e até mesmo novos temas.

11. Existe algum tema que se recusaria a usar nos seus trabalhos? Por quê?
Ultimamente eu estou mais aberto a experiências, então não creio que há um tabu que eu não seja capaz de falar. Mas eu sempre prezo pela passagem de conhecimento, então eu quero sempre ser o mais fundamentado possível, independente do tema.

12. O que vem por aí?
HQs, animações e tuuuuuuuuuudo mais que eu puder fazer em vida! XD


terça-feira, 7 de julho de 2020

QUADRINISTA: ANA ILUSTRA


CONTATO
Insta: @ana.ilustra
Email: ana.ilustra@hotmail.com

1.Como e quando você começou a se interessar pelas HQs?
Não sei dizer exatamente quando, mas lembro que na minha infância eu tinha uma coleção de gibis da turma da Mônica, Luluzinha, Máskara e até da Xuxa! Eu ficava encantada com o jeito que as histórias eram contadas e que os movimentos e sons eram representados. Lembro também que quando lançou Cine Gibi - O Filme foi simplesmente mágico pra mim que adorava turma da Mônica, justamente por ver as histórias dos quadrinhos ganhando vida e sendo transformadas em animações.

2. Lembra qual foi o primeiro quadrinho que te cativou?
Olha, provavelmente foi algum que li na infância, mas durante minha faculdade eu cursei uma disciplina chamada “oficina de histórias em quadrinhos” e no último dia de aula o professor me presenteou com um HQ que ele produziu chamado "Heróis da Restauração Pernambucana" que retrata a biografia de quatro protagonistas da revolução que culminou com a expulsão dos invasores holandeses de Pernambuco em 1654. Além das ilustrações serem pintadas em aquarela o que também me cativou foram os detalhes das roupas e cenários.
 





Autores: Amaro Braga, Danielle Jaimes e Roberta Cirne

3.  Como os quadrinhos influenciaram sua vida?
Estimularam minha imaginação e me incentivaram ainda mais a mergulhar nesse mundo da ilustração que eu simplesmente amo. Sem falar que muitos deles geram grandes reflexões sobre a vida, e nos informam sobre acontecimentos até mesmo históricos de maneira simples e lúdica, tornando o aprendizado prazeroso.

4.  Na hora de ler, qual gênero de HQ prefere?
Acredito que humor, mas eu sou bem eclética em relação a isso.

5.  Qual seu quadrinho favorito? Por quê?
Não sei se tenho um favorito, mas um que li recentemente que gostei muito da história foi o Repeteco. Toda essa temática de efeito borboleta, escolhas pessoais e suas consequências foram abordadas de maneira leve e bem-humorada. Além das ilustrações fofas e das cores lindas, eu achei que a história fluiu super bem sempre me deixando ansiosa para saber o que ia acontecer em seguida.




6 . Quando e como começou a desenhar? Acompanhou algum curso/livro?
Eu sempre amei desenhar! Quando eu era pequena minha prima me incentivava a desenhar junto com ela, e eu me esforçava para fazer um desenho que estivesse num nível parecido, era muito divertido! Então eu fui crescendo com o desenho presente no meu cotidiano, sempre pegando ilustrações de livros que eu gostava e tentando desenhar igual (claro que eu não conseguia, mas minha família sempre me dava muito apoio) e com o tempo e muita prática meu traço foi evoluindo e a qualidade dos meus desenhos também. Quando concluí o ensino médio, decidi que queria cursar Design e lá tive contato com matérias que me ajudaram ainda mais a ter noção da representação de objetos, luz e sombra, bom uso de cores e por aí vai. Mas basicamente eu sei que tenho um caminho longo pela frente e muito a aprender ainda, porém me sinto orgulhosa de estar onde estou nesse momento.

7.  Como surgiu seu personagem?
Eu percebi que estou me empolgando nas respostas então me desculpem (risos)
Minha personagem é totalmente baseada em mim: expressões faciais, jeito de falar, tudo! Hahahah Mas pra falar como ela surgiu eu tenho que contextualizar um pouco vocês...Eu criei minha conta do instagram em 2017 com o intuito de postar minha ilustrações mas eu demorava 3 meses ou mais entre uma postagem e outra. Não conseguia conciliar minha faculdade, projetos, estágio e outras obrigações e o resultado foi minha conta com um pouco mais de 200 seguidores sem postagens desde junho de 2019. Quando começou toda essa situação atual de pandemia, meu dia a dia (como o de todo mundo) mudou completamente e eu passei a ter um tempo disponível para me dedicar a projetos pessoais. Finalmente fiz uma ilustração minha e em seguida publiquei minha primeira tirinha no insta, que eu tinha feito despretensiosamente só para relatar uma situação que eu estava passando e o feedback que eu recebi foi muito bom, as pessoas se identificaram! Isso foi incentivador e a partir dali eu me dediquei a produzir mais tirinhas com o intuito de compartilhar histórias, situações engraçados e pontos de vistas de forma leve, buscando aliviar toda a tensão do momento em que estamos.



8.  Onde busca inspiração para criar?
Para mim tudo acaba se tornando inspiração: situações cotidianas, conversas com amigos, pensamentos, notícias... Às vezes até lavando os pratos eu tenho ideia para produzir uma tirinha ahahahha juro! Busco sempre consumir o máximo de referências também, seja em séries, desenhos animados e principalmente redes sociais (Pinterest é vida minha gente!) Mas também tenho meus dias de bloqueio criativo total que nenhuma música boa é capaz de resolver. 

9. Na hora de trabalhar/criar, tem alguma mania?
Hum.... Não sei se é bem uma mania, mas eu sinto que só consigo criar algo ouvindo música. Às vezes eu coloco minha playlist de sempre ou uma música específica em loop de 1 hora (não me julguem ok) e quando eu preciso de uma concentração maior eu coloco uns instrumentais (os de LaLaLand, Coraline e Studio Ghibli são meus favoritos).


10. Qual a maior dificuldade encontrada na hora de criar?
Bloqueios criativos e autocrítica. Ás vezes eu finalizo uma ilustração ou tirinha e fico me perguntando se está bom o suficiente e se devo realmente publicá-las. Mas estou no processo para melhorar isso e tentando relaxar mais, afinal ilustrar tem que continuar sendo algo divertido para mim como sempre foi!

11. Existe algum tema que se recusaria a usar nos seus trabalhos? Por quê?
Temas que eu não tenho conhecimento suficiente para abordar ou que vão contra meus valores e pontos de vista.

12. O que vem por aí?
Muitas ilustrações e tirinhas! Eu estou sempre tentando manter o meu perfil do instagram atualizado e buscando sempre interagir com quem me segue e apoia meu trabalho. Pretendo continuar com as comissions e tenho muitos planos pro futuro que espero muito concretizar: ter uma lojinha online com produtinhos personalizados, lançar clube de assinatura com recompensas e conteúdos exclusivos pra quem me apoiar e principalmente lançar um livro ou hq (torçam por mim galera <3)
É isso! Fiquei muito feliz pelo convite e obrigada pela oportunidade. Mais uma vez parabéns pela iniciativa de vocês!

segunda-feira, 6 de julho de 2020

QUADRINISTA: DIEGO VITÓRIO / A GRANDE COISA


@agrandecoisa






1. Como e quando você começou a se interessar pelas HQs?
Bem, eu sempre gostei de histórias, não importa o formato. Romances, contos, quadrinhos, produções audiovisuais. Meu interesse por HQs é parte disso. Não lembro bem quando começou, mas se eu tivesse que chutar, eu diria que foi com Turma da Mônica (acho que a maioria do quadrinistas respondem isso hehe).

2. Lembra qual foi o primeiro quadrinho que te cativou?
Pergunta difícil, deixa eu pensar.... Provável que seja algo da Turma da Mônica, como mencionado acima. Já adolescente, eu me lembro de ser cativado por histórias sombrias como V de Vingança e Cavaleiro das Trevas. Já adulto, eu retornei para histórias mais cômicas e histórias cotidianas. Concluindo, eu estou sempre sendo cativado por abordagens diferentes nas HQs.

3. Como os quadrinhos influenciaram sua vida?
Os quadrinhos são parte crucial da receita do bolo que hoje eu sou. Mas, se eu tiver que citar apenas uma influência, eu diria que os quadrinhos me deram uma chance de transformar a minha vida. Afinal, foi inspirado neles que comecei o @agrandecoisa.

4. Na hora de ler, qual gênero de HQ prefere?
Hoje em dia, eu dou mais valor para histórias cotidianas ou com embasamento histórico.

5. Qual seu quadrinho favorito? Por quê?
Difícil, mas... Vamos lá: Maus do Art Spiegelman.

6. Quando e como começou a desenhar? Acompanhou algum curso/livro?
Eu desenhava bastante quando criança e no início da adolescência. Depois, segui outros rumos e só voltei no ano passado para o projeto A Grande Coisa.

7. Como surgiu seu personagem? 
Os personagens do meu perfil (@agrandecoisa) saíram do meu livro, “O Homem Solitário & A Grande Coisa”, que será lançado pela Editora Transversal. O livro não é uma HQ. A ideia de ilustrar os personagens e fazer tirinhas com eles surgiu como uma forma de promover o meu livro. Porém, como estou gostando muito de desenhá-los, não pretendo mais parar.

8. Onde busca inspiração para criar?
No meu livro e nos escritores e artistas que admiro: Douglas Adams, Terry Pratchett, etc.

9. Na hora de trabalhar/criar, tem alguma mania?
Minha única mania é esperar pelo menos um dia antes de postar o meu trabalho pra ter certeza de que ele realmente ficou bacana.

10. Qual a maior dificuldade encontrada na hora de criar?
Acho que a minha maior dificuldade seria o tempo, como muitos de nós escritores/ilustradores.

11. Existe algum tema que se recusaria a usar nos seus trabalhos? Por quê?
Temas que por si só são intolerantes/preconceituosos estão fora de questão para mim.

12. O que vem por aí?
Dentro de alguns meses estou lançando o meu livro O Homem Solitário & A Grande Coisa. Mais detalhes em poucos dias lá no @agrandecoisa!

Abraços,
Diego Vitório

quinta-feira, 2 de julho de 2020

QUADRINISTA: ALEXANDRE DAL GALLO




1. Como e quando você começou a se interessar pelas HQs?
Desde muito cedo, com os gibis da Turma da Mônica e alguns da Disney. Depois comecei a gostar de Homem-Aranha e Spawn para finalmente cair no mundo dos mangás.

2. Lembra qual foi o primeiro quadrinho que te cativou?
Sem sombra de dúvidas as Novas Aventuras do Super Pato, uma coleção de 6 edições lançadas no fim dos anos 90, além de uma história muito divertida e até sombria para os padrões Disney, a arte era fantástica!

3.  Como os quadrinhos influenciaram sua vida?
Sempre gostei muito de desenhar e de criar histórias na minha cabeça, e quadrinhos foi uma das maneiras de concretizar esses pensamentos. Lógico que foi um longo caminho até entender que era muito mais do que ter as ideias, precisava de planejamento, estruturação e muita disciplina para que o projeto não ficasse congelado. Mas os quadrinhos me influenciaram a transformar o hobby de desenho em trabalho, a buscar mais estudo e a ser bem mais crítico comigo mesmo.

4.  Na hora de ler, qual gênero de HQ prefere?
Depende. Como todo mundo, já passei por várias fases, então tive meu período de super heróis, tive meu período de mangás shounen, e depois quadrinhos de aventura, comédia, suspense, etc. Hoje em dia estou dando preferência para graphic novels.

5.  Qual seu quadrinho favorito? Por quê?
Não tenho um quadrinho favorito da vida rs, mas consigo listar alguns com estilos e temas bem distintos: As Novas Aventuras do Superpato, Hellboy, Berserk e Dragon Ball (primeira fase).

6.  Quando e como começou a desenhar? Acompanhou algum curso/livro?
Desde muito novo, eu passei boa parte da infância assistindo cartoons e animes na TV, então eu sempre gostava de desenhar aqueles personagens. Tratei o desenho como hobby durante muito tempo, infelizmente meus pais não tinham condições de bancar cursos e eu também não tinha ainda muita noção sobre o real estudo com desenhos. Fui conseguir pagar um curso de desenho depois de formado da faculdade, e então passei a conhecer pessoas com interesses parecidos e a descobrir que desenhar é estudar sempre, seja fazendo cursos, buscando conteúdo na internet, por meio de livros, palestras e praticando muito mesmo.

7.  Como surgiu seu personagem? 
Quack Ranger foi um amontoado de referências que tirei dos desenhos, quadrinhos e games de patos, misturados com o meu gosto pelos tokusatsu, que vai desde Jaspion e Godzilla, até os Kamen Riders e grupos de Super Sentai recentes.


8.  Onde busca inspiração para criar?
Diariamente abro duas abas no meu navegador: Pinterest e Artstation. E sempre busco estilos que eu acho que conversam com aquilo que eu quero chegar rs. Inspiração para criar, vêm sempre de filmes, animes, livros e em alguma ideia maluca e divertida.

9. Na hora de trabalhar/criar, tem alguma mania?
Depende do tipo de etapa de trabalho. Escrever roteiro, normalmente em silêncio ou com som de ambiente. Agora para desenhar, gosto muito de podcast sobre os mais diversos temas, pode ir desde tema nerd até fitness haha. Ou deixar rolando algum filme que eu não preciso prestar atenção, como Jurassic Park que já desisti de contar quantas vezes já assisti.

10. Qual a maior dificuldade encontrada na hora de criar?
Um character design que seja marcante, aquele detalhe que pode fazer seu personagem ser único. A silhueta, se ele se comporta bem nas mais diferentes posições. E roteiro é tornar coerente o andamento da história, a fazer ser interessante.

11. Existe algum tema que se recusaria a usar nos seus trabalhos? Por quê?
Acho que recusar é muito forte, mas acho que eu evitaria focar em algum assunto específico em que eu não tivesse domínio ou conhecimento prévio, ou pelo menos o auxílio de algum especialista.

12. O que vem por aí?
Estou redescobrindo muitos rpgs japoneses eletrônicos, e sempre tive vontade de temas mais focados em fantasia. Então estou já há algum tempo flertando com uma possível aventura estilo RPG.



quarta-feira, 1 de julho de 2020

QUADRINISTA: LUCIANO LANDIM / FLATLINNER






Instagram: @flatlinner
Artstation: artstation.com/flatlinner

 1. Como e quando você começou a se interessar pelas HQs?
Quando era criança minha mãe costumava ler histórias ilustradas para mim, o habito se perdeu quando aprendi a ler, acho que comecei como toda criança nos quadrinhos, pelas HQs da Turma da Mônica.

2. Lembra qual foi o primeiro quadrinho que te cativou?
Que me cativou e me deixou boquiaberto foi Maus do Art Spiegelman, o contexto e a narrativa são incríveis.

3. como os quadrinhos influenciaram sua vida?
As histórias sempre me fizeram ser muito mais aberto para experiências, fora que me ajudaram muito no decorrer da vida escolar no intuito de leitura, já que lia mais quadrinhos que livros, com um tempo aprendi a gostar dos dois.

4. na hora de ler, qual gênero de HQ prefere?
Aventura, ficção, Super-heróis... acho que todos os gênero existem quadrinhos obrigatórios para um leitor.

5. qual seu quadrinho favorito? Por quê?
Repeteco do Bryan Lee O'malley, acredito que a obra misture tudo que eu gosto de uma história. Personagens falhos, humor, romance e o principal, um conceito bem trabalhado.


6. quando e como começou a desenhar? Acompanhou algum curso/livro?
Não, comecei copiando animes e desenhos que gostava.

7. como surgiu seu personagem?
Os meus personagens têm inspiração principal nas pessoas que convivo, gosto de deixar assim por que faz com que o quadrinho seja mais expansivo em experiências mais abrangentes e os personagens mais diversos em design, fora claro o personagem que sou eu mesmo.

8. onde busca inspiração para criar?
No dia a dia, acho que tudo pode ter um potencial para uma história divertida se bem trabalhado, acho que o “cotidiano” uma maneira de capturar isso.

9. Na hora de trabalhar/criar, tem alguma mania?
Costumo entoar as falas de personagens alto para ver como seria a voz deles, não sei se é uma mania, mas é bem divertido.

10. Qual a maior dificuldade encontrada na hora de criar?
Uma dificuldade que tenho é na simplificação dos personagens, eu gosto bem mais de cartoon do que de realismo, mas algumas coisas ainda me prendem para fazer super estilizado, estou conseguindo mudar isso agora.

11. Existe algum tema que se recusaria a usar nos seus trabalhos? Por quê?
Qualquer tema que possa ferir a liberdade de alguém

12. O que vem por aí?
Está complicado preparar coisas no período da pandemia, mas tudo que tinha preparado antes vai rolar, um compilado com tiras exclusivas, uma revista coletiva de ficção junto com o Coletivo Estação 9 e alguns produtos mais específicos.